Como realizar a integração de sistemas legados da melhor forma

Como realizar a integração de sistemas legados da melhor forma

Sistemas legados são heranças contraditórias para algumas empresas. Por um lado, eles representam um alicerce sobre o qual sua TI já está embasada e pode crescer ainda mais. Por outro, eles podem trazer mais desafios do que benefícios, sobretudo quando não são integrados corretamente.

Mas, afinal, vale ou não a pena mantê-los em funcionamento? A primeira coisa a se ter em mente é que muitas vezes não temos escolha: precisamos contar com eles até que a empresa tenha recursos para uma reestruturação mais ampla.

Pensando nisso, criamos este conteúdo especial para mostrar como integrar sistemas legados com sucesso e melhorar o desempenho da sua empresa. Para começar, explicaremos como identificar esse tipo de situação e, depois, como lidar com ela. Então, aproveite a leitura!

Saiba como identificar os sistemas legados

Um sistema legado é um software usado por uma organização ao longo de muitos anos, sem que tenha sido devidamente atualizado pelo desenvolvedor. Em geral, eles usam linguagens de programação antigas e possuem arquiteturas menos flexíveis.

Na prática, é uma tecnologia antiga que cumpriu — e pode estar cumprindo — uma função importante na empresa. Contudo, é natural que outras soluções tenham surgido como alternativa e, muitas vezes, a empresa desenvolvedora do sistema legado já não implemente melhorias com tanta frequência.

O problema é que, não raro, uma substituição de uma solução seja um processo longo e caro — talvez demais para o orçamento atual da sua empresa. Para ir além, o sistema legado pode estar tão entranhado na sua infraestrutura de TI que qualquer mudança seja também um ato delicado.

Se você já se deparou com uma situação desse tipo na sua empresa, certamente sabe o que significa ter um sistema legado. Bancos, por exemplo, contam com bancos de dados extremamente antigos, pelo simples fato de que uma substituição seria um verdadeiro transplante de coração na infraestrutura da instituição.

O CRM e o ERP são dois outros exemplos de sistemas legados que costumam perdurar nas empresas.

Entenda por que você deve integrar os sistemas legados e quais as dificuldades nesse processo

Fica fácil perceber que os sistemas legados podem trazer desafios para o dia a dia das equipes, sobretudo para a TI. Um dos motivos é que eles limitam o crescimento da empresa. Afinal, a comunicação com outras plataformas tende a ser mais difícil, já que eles podem usar linguagens incomuns, que impedem a automação desse processo.

A agilidade das equipes também tende a ser comprometida. Softwares mais antigos costumavam ser menos amigáveis ao usuário, além de trazerem consigo uma série de funcionalidades que nem sempre são utilizadas. Para ir além, a cultura de permitir a customização dessas funções é recente e praticamente inexistia.

Para complementar, é fundamental pensar no futuro da empresa. Sistemas legados não trazem nenhum benefício específico para as necessidades de um negócio que quer crescer. Note que a integração, então, deve superar todos esses obstáculos para ter sucesso.

Vejamos agora algumas dicas valiosas para que ela aconteça corretamente.

Confira como realizar a integração de sistemas legados

As boas práticas para fazer a integração começam antes mesmo de colocar a mão na massa. Então, fique atento ao primeiro passo.

Planeje-se adequadamente

Calcular os riscos é fundamental para entender o que está em jogo. É comum, por exemplo, que a empresa já tenha pagado pelo sistema e que não dê atenção à importância de mantê-lo seguro. Em alguns casos, eles ficam de fora até mesmo das auditorias.

Então, comece por um bom planejamento. Levante detalhadamente quais são os seus sistemas legados, quais as demandas de cada um e que tipo de funcionalidades são usadas em cada um deles. Isso facilitará o processo de definir o escopo da integração.

Defina como será feita a integração

De forma bem objetiva, sua escolha deve ser entre um API e um iPaaS. No primeiro caso, temos uma solução criada especificamente para a integração de sistemas que falam línguas diferentes. O API permite a troca de dados entre os softwares mediando a comunicação entre eles.

Ainda assim, nem sempre ele dá conta do recado. Uma solução de Integração de Plataforma com um Serviço (iPaaS), por sua vez, é um software que opera na nuvem para realizar essa integração. Ela é comumente usada por empresas B2B que querem integrar sistemas locais e outros em cloud.

Treine e engaje sua equipe

Tanto a equipe de TI, quanto os usuários do software, precisam participar diretamente desse processo. É fundamental que as pessoas entendam o que mudará e os benefícios do procedimento para que elas estejam engajadas na mudança.

Só assim podemos garantir que todos assumam seus papéis na transição. Além disso, eles devem estar preparados para eventuais mudanças na rotina de trabalho, evitando que a operação seja afetada.

Vale destacar que é comum nos depararmos com uma certa resistência por parte de alguns colaboradores. Quem já está acostumado a uma ferramenta nem sempre aceita facilmente qualquer mudança na forma como ela é usada.

A dica é justamente mostrar como todos os envolvidos serão beneficiados pela integração — com ganhos de agilidade, redução da burocracia, facilidade no uso desses sistemas etc.

Acompanhe os resultados da integração

Tenha em mente que toda mudança estrutural desse tipo exige monitoramento dos resultados. É crucial estabelecer indicadores para facilitar a análise, dando transparência ao novo cenário. Eles ajudarão a observar se os resultados previstos estão sendo alcançados ou não.

O mesmo processo se aplica à equipe. Se algumas mudanças afetaram a rotina de trabalho, é importante contar com métricas que ajudem a monitorar o desempenho dos colaboradores. O foco deve ser identificar eventuais quedas de rendimento, pois isso pode significar que a pessoa está tendo dificuldades com o uso dos sistemas legados depois da integração.

Seja transparente com as equipes e forneça todo o suporte necessário para que elas se adaptem com máxima tranquilidade a esse novo contexto. Em pouco tempo, os resultados positivos serão notados.

Por fim, coloque quem mais entende do assunto para trabalhar ao seu lado nesse processo. A Algar Tech, por exemplo, é referência em gestão do ambiente de tecnologia. Com mais de 20 anos de experiência na área, ela ajuda você nesse processo enquanto avalia com profundidade os riscos envolvidos e promove a segurança desses ativos digitais.

Se quer tecnologias e ferramentas mais seguras para proteger os dados da sua empresa, vale a pena conversar com quem é referência no assunto. Como você pôde ver, sistemas legados podem representar um grande desafio para empresas que querem se modernizar e crescer.

Então, entre em contato com a Algar Tech e veja como isso pode ser feito no contexto específico da sua empresa!

 

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